X-Men ’97 vs The Boys: quem realmente entende o público adulto geek em 2025?
Nostalgia emocional ou sátira provocadora? As duas séries disputam o coração (e a atenção) do público nerd mais maduro — mas apenas uma parece acertar o tom.

2025: o ano em que os heróis voltaram ao centro da cultura pop adulta
Se você acompanha o Sala Nerd, sabe que as séries de super-heróis passaram por uma reinvenção nos últimos anos. E em 2025, dois títulos se destacaram como representações opostas da experiência geek adulta:
- X-Men ’97, da Marvel/Disney+
- The Boys (Temporada 4), da Amazon Prime Video
Ambas impactantes. Ambas voltadas para o público nerd maduro. Mas com
abordagens completamente diferentes.
X-Men ’97: nostalgia com profundidade emocional
Lançada como continuação direta da animação clássica dos anos 90, X-Men ’97 conquistou o público com:
- Fidelidade aos quadrinhos da era Claremont
- Arcos emocionais densos envolvendo morte, luto, exclusão e dilemas
morais - Personagens tridimensionais, mesmo em formato animado
Por que funcionou com o público adulto?
Porque não trata nostalgia como fanservice raso. A série resgata o espírito original dos X-Men como metáfora social para minorias, dilemas éticos e amadurecimento emocional, e atualiza isso com uma linguagem moderna — sem perder a essência.
The Boys T4: a sátira que virou exagero?
Já The Boys sempre foi sinônimo de provocação — com violência gráfica, crítica social e subversão dos arquétipos heroicos. Porém, na quarta temporada:
- A sátira parece ter se tornado excessiva
- Muitos fãs questionaram o foco em choques visuais ao invés de
desenvolvimento de personagens - O discurso político se intensificou, afastando parte do público que buscava
apenas entretenimento ácido.
Tanjiro Está Pronto para Ser um Hashira em Demon Slayer: Infinity Castle?
Ainda há espaço para a provocação?
Sim, mas o desafio é manter o equilíbrio entre crítica e conexão emocional. E essa é a crítica central que muitos fãs fizeram à nova temporada: o impacto é grande, mas a empatia é rasa.






Um Comentário